I'll kick your ass

Hanging out, down the street

Desci as escadas que ficam entre as cadeiras a beira do grande palco, todas enumeradas de cor azul fosco. As ultimas cadeiras que ficavam mais próxima do palco estavam tomadas por jovens, esses estavam na sua maioria cochichando e se comportavam de modo que, demonstravam que estavam muito ansiosos.

Cheguei mais perto para ver o que estava acontecendo, no palco agora estavam uma ou duas pessoas, mexendo com fios e cabos, ao meu ver técnicos. Há um metro ou mais do palco estava a corda de contensão, foi lá que fiquei parado com meus olhos arregalados olhando para uma sala mais afastada do palco, no meu canto esquerdo, a porta estava fechada, mas no meio da parede uma janela de vidro que tomava quase toda a parede e mostrava todo o interior da sala.
Alguns instrumentos musicais, computadores, e painéis de controle. O que me impressionou não foi os belos instrumentos, caríssimos, mas sim quem estava lá. Outros técnicos fiscalizando tudo, e algumas pessoas sentadas conversando animadamente, dentre elas Dave Grohl e Taylor. O vocalista/guitarrista e o baterista/back vocal da minha banda favorita, ali em uma conversa descontraida sem se preocupar com nada, foi quando um homem de uniforme entrou por uma das portas, fez um sinal no pulso esquerdo mostrando o relógio e disse alguma coisa, que daquela distância era impossível de se ouvir. Os dois se levantaram e foram atrás do homem, com ares de tranquilos e felizes, depois de um tempo perdi-os de vista. Fiquei olhando para vários lugares em vão, não via ninguém da banda.
Ao meu lado ainda estavam os jovens, e que de repente soltaram um grito estérico, ovações, aplausos e silencio. Dave estava no palco juntamente com o resto da banda, guitarra em mãos, microfone colado a boca como de costume. Ele fez um som com a guitarra, não me veio a mente nenhuma musica deles, abriu a boca e disse:

O que pensa que eu sou
Se não sou oque pensou, me libera, não insista,
vai viver um outro amor…

Eu fiquei olhando atordoado, e percebi que aquilo era um sonho, acordei. A musica profana vinha do outro lado da rua, eram duas da manhã, o domingo mal acabava de vir e já estava demonstrando ser uma merda.

Enfim. Eu tenho tido sonhos bem estranhos, coisas como eu e minha namorado gastando muito no shopping, isso por que eu nem tenho uma namorada. E esses sonhos cada vez mais tem me dado a sensação de realidade, juro que em um deles senti a fragrância de vários perfumes.
Isso me lembrou aquele livro dos sonhos do pai do Crhis(todo mundo odeia o crhis), que me lembrou de séries de humor, que me lembrou de That 70’s Show, porra como that 70’s show é bom.

Como diria a Edeli, preciso para usar entorpecentes.

Categoria nova pro post, homenagem ao Red Formman.

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