Crônicas

Aletiômetro

Dramático.
Falta algum tempo ainda, mas a possibilidade de sair dessa cidade me traz uma certa ansiedade.
Já que é pra perder todo mundo de uma vez, que seja de uma vez por todas, por que a dor, quando vem de uma vez é melhor, não importa o quanto seja forte.

A série de posts que escrevi sobre a vida adulta, vai acabar quando sair o resultado do vestibular no final do ano.
O próximo post, programado para o dia do meu aniversário, chamara-se “A vida adulta”, o que virá depois desse, finalmente após o vestibular será “primeiras impressões após iniciação na vida adulta”. Enquanto eles não vem, podem se deliciar com os dois anteriores.

Mas voltando ao assunto, esse é o meu 4º e provavelmente o ultimo ano naquela escola, levarei muita coisa boa de lá, e muita coisa ruim também. Não há como esquecer a professora Andréia dizendo que o meu TCC havia sido inutil, porra, fiquei 3 noites sem dormir pra fazer aquela budega e ela me dá uma dessas? Enfim.
Vai todo mundo chorar no ultimo dia, eu também, você também. Levamos o que há de bom, foda-se a Andréia, meu TCC ficou bom e eu sei disso, ela sabe disso, sabe né?

QUando tiver rico prometo lembrar de vocês, um beijo.

Baixaria um álbum inteiro de música bem de fossa, mas ta todo mundo baixando XXX via torrent parece.

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Um comentário sobre “Aletiômetro

  1. Alika disse:

    “Já que é pra perder todo mundo de uma vez, que seja de uma vez por todas, por que a dor, quando vem de uma vez é melhor, não importa o quanto seja forte.”
    Sem mais, sem menos. Fato.

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