Crônicas

A mal educação, com todo meu carinho

Faço questão de atravessar a rua e fingir que não conheço a pessoa, ou apenas passo reto e olho para longe do individuo. Não me sinto nenhum pouco na obrigação de ser educado com quem eu não gosto ou não conheço. Não importa se você conhece a minha mãe, ou um amigo meu, Eu não conheço você, e não vou ficar fazendo socialzinha com aqueles “ois” e sorrisos disfarçados de hipocrisia.
Se você chegar na minha casa e eu estiver no computador, desculpe mas eu não vou me mexer de lá, se quiser me achar sabe onde me encontrar. Não faço sala.

Pode me chamar de arrogante e o caralho a quatro, mas não pense que bajular seja meu forte, não faço isso nem aqui na empresa, quanto mais em convívios sociais comuns com pessoas comuns, tem alguém que não seja comum?

No ônibus eu sou um péssimo exemplo, só dou lugar pra pessoa se ela tiver criança de colo, nunca vi idoso nenhum se oferecer pra segurar minha mochila quando eu dou lugar pra eles, e falando em idoso, se sentar do meu lado e começar a conversar coisa inútil eu olho pra fora e finjo que não é comigo, sério.

E se a pessoa não gosta de mim, eu tento uma, duas vezes ser legal com ela, mostrar que eu não sou um idiota, pelo menos não tanto quanto se pensa, falhando as duas tentativas, eu quero que você por favor vá tomar bons drinks.

Mas digo também que de resto a educação prevalece, na maioria das vezes pelo menos.

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