Contos

Profumo

– A lágrima que escorre não é doce.

Ar com cheiro de qualquer coisa, fumaça, esgoto, pastel. Ar sem vida.
Alguém passa, uma desconhecida, que traz a tona velhas e boas memórias.

O doce e suave perfume que a moça traz, faz com que o moço encostado na grade procure por todos os lados a dona de tal cheiro, Será minha amada? Amada?

O perfume se esvai junto com a moça, não é das que marcam muito, nem a fragrância nem a moça, mas as lembranças ainda não irão durar por mais um tempo.

Pobre moço, reconstruindo passado  com o cheiro de um perfume.

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